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23/06/2011

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#DO100

David Ogilvy é considerado um dos cinco gigantes que desenvolveram o mercado da comunicação após a década de 1920, ao lado de Raymond Rubicam, Leo Burnett, William Bernbach e Ted Bates. Em 1948, David Ogilvy fundou a agência que hoje é conhecida como Ogilvy & Mather. Começando sem um único cliente e com apenas dois funcionários, transformou a empresa numa das seis maiores networks da publicidade mundial. Atualmente, a Ogilvy & Mather possui 359 escritórios em 100 países.Talvez mais do que qualquer outra agência, a Ogilvy & Mather desenvolveu-se ao longo dos anos baseando-se em princípios que refletem as visões de seu fundador. David definiu esses princípios no início da sua carreira e nunca mais se afastou deles. David Ogilvy foi um excepcional copywriter, pessoalmente responsável por algumas das melhores e mais eficazes campanhas publicitárias da História. Entre elas destacam-se “O homem da camisa Hathaway”, a série de anúncios para a Schweppes apresentando o “Comandante Whitehead”, as peças criadas para o sabonete Dove e para a cerveja Guinness. Foi autor de um memorável anúncio para a Rolls Royce, que trazia talvez o melhor título já escrito para a publicidade de automóveis: “A 60 milhas por hora, o ruído mais alto do novo Rolls-Royce vem do relógio elétrico”. O seu primeiro livro, “Confissões de um Publicitário”, publicado em 1963, tornou-se o maior best-seller já feito sobre publicidade. Em 1973, David publicou uma autobiografia, “Sangue, Cérebro e Cerveja”. E, dez anos depois, “Ogilvy on Advertising” ampliou as suas opiniões sobre a publicidade. David Mackenzie Ogilvy nasceu em West Horsley, Inglaterra, no dia 23 de Junho de 1911. Freqüentou o Colégio de Fettes, em Edimburgo, e Christ Church, em Oxford. Não se graduou em Oxford, conforme confessou anos mais tarde, porque foi expulso. Foi essa a grande falha da sua vida: ”Pensava que iria tornar-me uma estrela em Oxford. E, pelo contrário, fui expulso de lá. Simplesmente não passei nos exames”. Depois de Oxford foi para Paris, onde trabalhou na famosa cozinha do Hotel Majestic. Monsieur Pitard, o “chef de cuisine”, causou-lhe forte impressão e ajudou-o a formar as suas teorias de administração. Quando regressou a Inglaterra, trabalhou como vendedor porta-a-porta dos fogões Aga. Em 1935, escreveu um guia para os vendedores da Aga que foi posteriormente classificado pela revista Fortune como “provavelmente o melhor manual de vendas já escrito”. Nesse guia, o jovem autor de apenas 24 anos fornecia alguns conselhos que viriam a eternizar-se: “Quanto mais potenciais clientes visitar, mais oportunidades de venda surgirão e, conseqüentemente, mais pedidos irá conseguir. Mas nunca confunda o volume de vendas com a qualidade da venda”. Emigrando para os Estados Unidos em 1938, torna-se diretor associado do Instituto de Pesquisa e Audiência George Gallup, em Princeton. David Ogilvy cita Gallup como tendo exercido uma das maiores influências no seu modo de pensar. Os métodos de pesquisa rigorosos e a devoção de Gallup pela realidade tornaram-se características marcantes nas ideias de David. Durante a II Guerra Mundial, trabalhou para a Coordenação de Segurança Britânica, servindo como segundo secretário na Embaixada Britânica em Washington. David Ogilvy reportava a Sir William Stephenson, com quem aprendeu nomeadamente a arte de comunicar através de notas concisas, curtas, extremamente objetivas. Memorandos para Sir William eram rapidamente devolvidos ao remetente com uma das seguintes três palavras, escritas à mão, no alto da página: “SIM”, “NÃO” ou “FALAR”… Neste último caso, David Ogilvy iria vê-lo para discutir o assunto. Depois da Guerra, David Ogilvy viveu numa comunidade Amish no Condado de Lancaster, Pensilvânia, trabalhando como fazendeiro. Em 1948, fundou em Nova Iorque a agência de publicidade Ogilvy, Benson; Mather, com o suporte financeiro da agência londrina Mather; Crowther. Trinta e três anos depois, enviou o seguinte memo a um dos seus sócios: “Alguma agência irá contratar este homem? Ele tem 38 anos, está desempregado. Foi expulso do colégio. Foi cozinheiro, vendedor, diplomata e fazendeiro. Não sabe nada de marketing e nunca sequer escreveu um texto de publicidade. Diz estar interessado em iniciar a carreira de publicitário (aos 38 anos!) e está pronto para trabalhar por US$ 5.000 por ano. Duvido que alguma agência americana o contrate. Contudo, uma agência de Londres acabou realmente por contratá-lo. Três anos depois, tornou-se no mais famoso redator publicitário do mundo e, neste momento, possui a 10ª maior agência de publicidade a nível mundial. Moral da história: algumas vezes, esta é a recompensa por uma agência ser tão criativa e não ortodoxa ao contratar pessoas. D.O.” Em 1987, a Ogilvy foi comprada pelo grupo britânico WPP por US$ 864 milhões. A aquisição tornou o WPP – que já possuía a J.W. Thompson e outras empresas do setor – a maior companhia de serviços de marketing e comunicação do mundo. Martin Sorrell, executivo chefe do WPP, pediu a David para assumir o posto de chairman da holding, cargo que ocupou durante três anos. 


David Ogilvy nasceu em 1911, começou na publicidade em 1935 e faleceu em 21 de julho de 1999. 


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