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26/06/16

O poder da vulnerabilidade



"Vulnerabilidade é nossa medida mais exata de coragem" Brene Brown

Published: By: Ingrid Oliveira - 21:34

O homem da arena



"O que importa não é o homem que critica ou aquele que aponta como o bravo tropeçou, ou quando o empreendedor poderia ter atingido maior êxito. Importante, em verdade, é o homem que está na arena, com a face coberta de poeira, suor e sangue; que luta com bravura, erra e, seguidamente, tenta atingir o alvo. É aquele que conhece os grandes entusiasmos, as grandes devoções e se consome numa causa justa. É aquele que, no sucesso, melhor conhece o triunfo final dos grandes feitos e que, se fracassa, pelo menos falha ousadamente, de modo que o seu lugar jamais será entre as almas tímidas, que não conhecem nem a vitória, nem a derrota." Theodore Roosevelt
Published: By: Ingrid Oliveira - 21:29

17/09/14

Chega uma hora que a gente tem que parar.


O tempo todo se fala de começar e fechar ciclos. O próprio ato de dormir e acordar na manhã seguinte sugere o fechamento de um dia e início do outro. São segundas, terças e quartas que nunca se repetem. São semanas que variam dentro de meses diferentes que transcendem anos. Um dia nunca é igual ao outro e aquela máxima de viver um dia de cada vez parece ser mais natural do que parece. Mas e quando se fala em amor? Histórias batidas de términos ilustram as televisões e os romances de prateleiras desde que o mundo se entende por gente. Amores épicos e confusos, trágicos e simplórios se estendem pela História da humanidade paralelamente ao desenvolvimento de sociedades antigas e contemporâneas. A gente já aprendeu como se cura uma decepção amorosa das mais diversas e criativas formas. E também ouvimos receitas e mais receitas de como terminar um relacionamento, desde aquele primeiro amor juvenil ao relacionamento à distância que sufocava os dois. Quando a gente precisa de um tempo pra gente? A ideia é que seja um tempo para colocar as coisas no lugar, aproveitar a solteirice e preparar terreno para quando bater aquela vontade de se doar a alguém. A ideia do tempo em que não estamos nos relacionando deveria servir justamente para isso: não pensar e buscar novos relacionamentos. O estar sozinho passou a ser considerado um crime. É sinal de fracasso e indica falta de algo. Mesmo com a revolução sexual e com as grandes possibilidades de se estar feliz sozinho, muita gente ainda levanta a bandeira da necessidade de ter alguém, ou pior, de buscar alguém. Essa busca desenfreada tira o olhar do “eu” e direciona o olhar para o outro. Pode parecer natural ou um alarde desnecessário, mas a partir do momento em que não aproveitamos e entendemos aquele espaço de reclusão, passamos a nos tornar escravos de uma ação: o ciclo da companhia. O que a gente nunca deu atenção é sobre o hiato que acontece entre uma despedida e um encontro. A nossa geração não sabe ficar sozinha. A gente aprendeu desde a criação social do homem que a vida é motivada por relacionamentos. A gente nasce de um relacionamento, cresce e estuda para ter condições financeiras e psicológicas para sustentar um relacionamento e fechar mais um ciclo. Óbvio que as condições estão mudando e que a busca pela independência tem nos tornado um pouco mais individualistas, o que sugere um rompimento desse ciclo vicioso e limitado de vida. Mas ainda assim somos carentes e buscamos companhia constantemente. Esse ciclo se comprova por aquelas frases de “ah, como eu queria estar namorando”. O importante nunca é quem, mas sim o status de estar ou ter. O olhar é tão perdido que valoriza mais o futuro da companhia do que o momento de reclusão, como se você não se bastasse e a busca da felicidade implicasse em achar alguém para trazê-la. Para onde foi o senso de “deixa estar” das pessoas? A pausa não se antecipa. Ela pede que você se distancie dessa fixação por companhia e aproveite a sua. Aproveite o tempo para entender melhor sobre você e sobre os seus gostos. Aproveitar a sua companhia e desenvolver habilidades e percepções que podem estar acopladas à ideia de felicidade. Meditar, comer besteira, encarar novos projetos e ler um livro de terror que você sempre morreu de medo. Quando a gente precisa de uma pausa, as coisas pedem calma e pedem tempo. E pedem que a atenção seja dada ao “eu” e não ao outro. E pedem um pouco de “deixa pra lá” nos relacionamentos e um pouco mais de entender que a vida pode ir bem além disso. É preparar o terreno sem ter essa intenção e perceber que isso vai melhorar a qualidade dos seus próximos relacionamentos porque melhora você. É como um mantra repetido toda noite de frente pra TV quando você troca de canal. A programação é extensa e filmes possuem gêneros diferentes. Então por que ver a mesma comédia romântica de sempre se você pode escolher um canal diferente que tenha mais a ver com você? E se a programação persistir a mesma, você pode desligar a TV.

Texto na integra de Daniel Bovolento (+1 dele) 
Published: By: Ingrid Oliveira - 08:32

Por onde andam as pessoas interessantes?

Depois que terminei um namoro há exatamente um ano atrás, senti que as coisas deram a devida reviravolta que eu tanto proclamava. De 7 a 9 semanas foi o suficiente pra poeira baixar e chegar ao limbo. O limbo é aquele lugar calmo, não muito raro, que todo mundo tem dentro de si. Um sótão que não é escuro, não abriga histórias de terror, não tem nada a ver com os filmes. Passei um bom tempo lá e confesso que tava até feliz por não ter que me distrair com ninguém a não ser eu. Depois de todo fim a gente precisa de um tempo pra cuidar da gente, botar a cabeça no lugar, sair por aí pegando uma infinidade de gente – papo chato de autoafirmação, aposto que você me entende. E depois de tudo isso, a gente para lá no limbo pra tomar um vinho. De uns meses pra cá eu senti nada. Sentia nada, nadinha. Nem por uma, nem por cinco das pessoas que jantaram comigo – e não é exagero, foram cinco mesmo. Árabe no shopping, japonês, milk shake na hamburgueria, pizza na quarta feira. A cada pessoa nascia aquele interesse curioso que era rapidamente sucedido pela preguiça de se dispor, de ter que contar toda a minha história, de ter que voltar pro grande jogo das conquistas. Não me entenda mal. Eu sempre gostei de conhecer gente. Sempre gostei de ter um coração frágil que se encantava fácil, que era só achar quem tratasse bem ou batesse um pouco que ficava grudado no celular esperando resposta. E agora nada. Nadica. A maior demonstração disso foi quando superei o medo irrefreável de tirar o last seen do Whatsapp. Não tenho esperado mais resposta de ninguém e tenho tido pavor de responder alguém que não sejam os meus amigos. Ontem, por exemplo, eu peguei  minha revista preferida e alguém ao lado puxou assunto. Contou da vida, perguntou da minha. Monossilábica, meu senhor, é assim que ela anda. Nem escondi a intolerância e tratei logo de botar dois fones no ouvido pra me esconder do desconhecido. Reparei que a gente sempre faz isso na vida. A gente sempre abafa o que tenta incomodar a apatia com algum som familiar, com alguma memória preenchida ou com a desculpa de que a gente tá sempre ocupada e não pode prestar atenção. Eu, assim como um monte de gente, não quero sair da inércia, não quero sair daquele limbo sentimental a menos que alguém me puxe. E isso me leva à outra questão: por onde andam essas pessoas que costumavam puxar a gente? Já falei sobre timing e sobre um monte de ingredientes pra equação, mas nem exijo amor, não. Uma história à toa, por menor que seja, só pra não lidar com o egoísmo da solidão. E nada de aparecer alguém que dê match na vida real como a gente dá no Tinder, ninguém que faça a gente ter vontade de continuar um papo tranquilo sem cobrança, mas com vontade de continuar. Quando falo em gente interessante, me refiro única e exclusivamente a quem se conecte com a gente de verdade, para além do mundo virtual e dos telefones da vida. Outro dia perguntei pra uma amiga se ele sentia que as pessoas interessantes tinham sumido e ele disse que sim. Mais uma corja de amigos recém-separados e na mesma faixa de idade responderam o mesmo. E isso me faz pensar se a gente é que ficou desinteressante ou se o limbo emocional – nossa casa constante com o passar dos anos e dos relacionamentos – acabou tornando a gente mais exigente e maduro. Ou se realmente anda difícil encontrar conexão emocional numa época em que os aplicativos de pegação, a variedade de opções e a falta de tempo costumam transformar em instantâneos os relacionamentos que já estavam se tornando efêmeros. Daqui do limbo as coisas vão de mal a monótonas. Cada novo encontro mostra que a barra de compatibilidade do last.fm tá quebrada. E eu já não sei mais se é a gente que deixou a coisa da conexão emocional se apagar por conta do momento, da apatia, da vontade interna de manter as coisas caladas ou se o mundo não tem proporcionado bons encontros com gente interessante – que deve andar escondida. Ou nós mesmos nos tornamos desinteressantes pela apatia. A única coisa que sei mesmo é que o Arnaldo Antunes nunca fez tanto sentido como hoje. Enquanto eu escrevia esse texto, um trecho dele martelava na minha cabeça, no meu limbo, na minha falta de interesse: “Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate, nem apanha”.

Texto lido e adaptado de Daniel Bovolento 
Published: By: Ingrid Oliveira - 08:24

05/07/14

Partir


"Qualquer casamento duradouro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer. Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»? É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar." 
 Miguel Esteves Cardoso
Published: By: Ingrid Oliveira - 08:55

29/06/14

"E se"


O problema de toda essa propaganda sobre a vida que merece ser vivida é que a gente se sente numa responsabilidade gigantesca de ser feliz a todo preço e essa responsabilidade está tirando a liberdade do erro, do fracasso, da tristeza, da perda e, pasme: do amor. Quando é proibido sofrer, o jeito é não amar. Até Drummond já dizia que era “proibido passear sentimentos ternos ou desesperados nesse museu do pardo indiferente”. Melhor mesmo é ter uma lista de “amigas coloridas” para um sexo gostoso e passar o dia dos namorados sozinho pra não ter que mudar o status do Facebook pra “solteiro” em uma terça-feira chuvosa na qual você sentiu uma dor no coração tão grande que achou que ia ter um infarto. Melhor mesmo é não correr o risco de ouvir “eu acho melhor sermos somente amigos” na sua cabeça toda vez que você precisa passar perto da casa dela. Melhor mesmo é não amar e não ficar vulnerável; é não permitir que uma pessoa qualquer destrua todas as suas defesas e bagunce tudo que você construiu ao arrancar um pedaço de você em um beijo, um sorriso ou em um momento de gozo que você queria que durasse pra sempre. Melhor mesmo é não misturar as coisas e não se envolver. Curtir a vida e não “arranjar sarna pra se coçar”. Não é?
 
Não. Desculpe, mas eu prefiro não ser feliz o tempo todo pra ser feliz de verdade. Sinto muito, mas ‘não confundir sentimentos’ é algo que não faz o menor sentido pra mim. Eu nasci pra confundir todos eles, pra mexer neles, bater no liquidificador, trucidar alguns, amassar calmamente outros, acariciar, tomar com leite, guaraná, engolir a seco; ‘batido, não mexido’, brindado, transformado, usado, medido, somado, triplicado, reduzido a nada; confundir tudo, todo ele, atarracar todo esse sentimento transbordante. Sim. eu quero mesmo, custe o que custar! E da próxima vez em que disser “não quero me envolver” por favor, pense melhor. Pessoas são reais e o que elas sentem também e é exatamente o fato de que as pessoas se envolvem em cada gesto e em cada olhar, que torna tudo isso real. Quando você fala algo assim pra alguém ignora todas as perguntas que vão ficar com o outro se ele for minimamente mais corajoso que você. Sim, ele vai se perguntar “e se” você não tivesse tido medo da sensação de perder o seu controle; e vai querer saber “e se” você tivesse aceitado que ela era sua paz e seu tormento sem tanta neura da infelicidade que isso trazia às vezes. Essas covardias vão deixando muitas perguntas e tristezas sufocadas por um mundo onde ninguém pode ser triste nunca. No fim a pessoa que podia ter sido o grande amor da sua vida, vai se perguntar “e se você tivesse dito sim pro que a gente tinha?” e vai perceber que “e se” é perigoso demais no seu mundo.
 
Published: By: Ingrid Oliveira - 08:14

Afobia ao sofrimento


Digam o que disserem, o mal do século não é mais a solidão (parafraseando Renato Russo) e sim a fobia ao sofrimento que vem se tornando um mal generalizado. São pessoas com bloqueio emocional para amar para não ter que se desiludir, são agendas lotadas para não correr o risco de sofrer de solidão, são buscas constantes por companhia desde que não fiquem um minuto sozinha. Aos montes o que se vê por ai são homens e mulheres evitando criar vínculos significativos para não se decepcionar, é uma lista quase infinita nas pequenas variações de intensidade e frequência. Essa vida automática de fala apressada e olhar apreensivo. Parece haver uma escola informal que treina as pessoas em jogos sociais para evitar o sofrimento. “Ligo agora ou deixo fulano sentir minha falta?”, “ele não me merece, vou dar o troco”. O efeito paradoxal é uma vida emocional pobre de intimidade e desidratada de emoções verdadeiras. Outra consequência é exatamente criar mais sofrimento na tentativa de evitá-lo. Nunca se viu uma quantidade enorme de pessoas deprimidas, ansiosas com problemas conjugais, profissionais e sexuais exatamente por evitar a todo custo sofrer. Por outro lado as atitudes que poderiam abrir espaço para a cessação do sofrimento são pouco valorizadas ou cultivadas. Lealdade, compromisso, generosidade autêntica e sabedoria são palavras que ficam empoeiradas nas prateleiras no coração humano. Para se libertador do sofrimento é preciso admitir que ele venha desajustar um pouco do excesso de certeza e colocar em xeque o orgulho pessoal. Se admitisse cair você cairia menos, se aceitasse perder você perderia menos, se acolhesse a desilusão se desiludiria com menos frequência. O luto não é uma maldição, mas um período necessário de recomposição psicológica. É pelo caminho da abertura, da entrega, da vulnerabilidade que o sofrimento pode bater mais raramente na sua vida. Afinal, quem se fecha para o sofrimento é aquele que sofre por mais tempo e quem flui nos altos e baixo da vida sofre, mas se renova.
Published: By: Ingrid Oliveira - 07:41

16/04/14

Depois,


Há momentos que conhecemos pessoas incríveis pelo caminho, com quem compartilhamos momentos inesquecíveis. Mas acontece que as vezes chega a hora de dizer adeus - depois de um dia, uma semana ou um mês. É preciso ter consciência disso, não para evitar o apego, mas para desfrutar com intensidade cada momento que vai passar. E quando for a hora de se despedir, é preciso deixar claro o quanto elas foram importantes para o seu caminho. Sua felicidade não pode depender de ninguém, mas é bom saber que com algumas pessoas você é ainda mais feliz. ◕‿◕✿ 

Você nem quis ouvir o que eu sentia e é por isso que não deu pra te esperar! 


Published: By: Ingrid Oliveira - 12:20

28/01/14

Reiventar-se


“Ele nunca foi a pessoa certa. Eu sempre soube. Ele não fazia as minhas vontades, não me demonstrava carinho o tempo inteiro. Me deixava de lado quando queria e voltava quando queria, também. Assim. Dono de tudo. Mandando e desmandando em mim. Ele nunca foi a pessoa certa, se a pessoa certa for aquela que não nos faz chorar, nem sofrer. Porque perdi a conta de quantas noites passei suplicando à Deus para que me fizesse esquecê-lo ou, simplesmente, chorando por ele ter me ignorado de alguma maneira. Ele não teve muita paciência comigo. Quando eu sentia ciúmes, ele detestava. Fechava a cara pra mim, e eu quem ficava implorando por atenção. Ele nunca me presentou com flores ou coisas caras, não que eu precise, e muito menos que eu esteja reclamando. Mas, ele nunca, nunca se importou em me deixar algo que me fizesse lembrá-lo. Ele não segurava minha mão quando a gente andava na rua, não sei se era por medo ou vergonha, mas ele fazia questão de se comportar como um amigo. Ele nunca me acordou na madrugada mandando uma mensagem dizendo que não conseguia dormir por pensar em mim. Ele, no máximo, me ligava quando precisava de alguém para se sentir mais seguro, porque sabia que eu estaria sempre disponível para reerguê-lo. Mesmo que depois ele sumisse e me esquecesse durante dias. Ele nunca atendia os meus pedidos e nunca bateu na porta da minha casa quando eu precisasse desabafar com alguém. Eu sei, eu sei… Ele, infelizmente, não mora ao lado da minha casa, nem na próxima quadra. Ele não poderia estar aqui na hora que desse um chilique, mesmo que ele quisesse. Mas esse é o problema: ele nunca quis. Mas ele, ele sabia exatamente como e quando me fazer sorrir. Aquela pose de sério e durão acabava quando ele me via chegando perto e sorrindo daquele jeito que ele gostava. E quando ele me abraçava, eu não sentia falta de mais nada. Nem de palavras bonitas, nem que ele gritasse pro mundo que ele sentia o mesmo que eu sentia por ele. Nada, nada, nadinha. Os braços dele em volta do meu corpo era o bastante. E, quando depois de dias, ele me ligava avisando que estava chegando para me buscar e que iríamos dar uma volta na praça, eu poderia estar ocupada ou com raiva o bastante para negar. Sabe o que eu fazia? Largava tudo. Largava tudo e aceitava. Largava tudo e não pensava em mais nada. Só no quanto seria bom ter a companhia dele. Ele podia ser a pessoa mais impaciente do mundo, mas ele nunca deixou de atender alguma ligação minha quando eu ligava de madrugada chorando pedindo para ele ficar comigo. Mesmo que ele não dissesse nada, e eu ficasse apenas ouvindo a respiração dele do outro lado da linha. Ele acreditava em mim. Acreditava que eu poderia ser alguém muito melhor que eu era, do que eu sou. Que eu seria capaz de tudo e qualquer coisa, bastasse eu falar “eu quero”. Mal sabe ele, que o amor que havia em mim, era tudo o que ele me fazia sentir. Era ele. E só e nada mais.” — Tati Bernard
Published: By: Ingrid Oliveira - 12:03

26/09/13

Fome de amor



Estamos com fome de amor .... uma vez Renato Russo disse: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão". Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Estamos com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós. Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo a solteirona infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridícula, não seja frustrada, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta. Mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois. Quem disse que ser adulto é ser ranzinza? Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida". Antes idiota que infeliz!

(texto adaptado de Arnaldo Jabor)
Published: By: Ingrid Oliveira - 12:16

06/09/13

Distância vs Saudade



Há quem diga que a distância atrapalha e que por causa dela o amor não existe, mas é por causa da distância que os beijos começam a ser sonhados e os abraços tão desejados. Os encontros tornam-se desejos, o coração passa a ser um só. A solidão pode até bater na porta, uma ou duas vezes.. mas a certeza de ter um ao outro, acaba com qualquer solidão. Os planos começam a ser feitos, com a certeza de que serão cumpridos. 
Published: By: Ingrid Oliveira - 17:59

Nosso Oceano (Rodrigo Magalhães)



Há um oceano, de águas Cristalinas;
Marcadas pelo sentimento da dor partida.
E essas águas passam, pelo canto do rosto;
Descendo com a força da saudade da presença.
Eu queria estar sempre ao seu lado e nunca ir embora pra outro lugar;
Eu queria que a nossa vida só girasse em torno dos nossos desejos.
Desculpa, amor desculpa por ter que partir.
Desculpa, por favor desculpa por ter que dar tchau.
Eu queria socorrê-la daquela cova que a fossa fez questão de te empurrar;
Mas eu também estou preso às lacunas que a saudade
Fez questão de me mergulhar...
Desculpo, amor desculpo por ter que ficar.
Desculpo, eu desculpo não é nossa culpa.


Published: By: Ingrid Oliveira - 08:22

05/09/13

O amor,

O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a loucura exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta.
Published: By: Ingrid Oliveira - 23:04

12/06/13

Por aí ...

ELE anda cansado dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!

ELES estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam… 

Published: By: Ingrid Oliveira - 09:00

23/02/13

Coerência

Coerência é esperar sempre o melhor, preparar-se para o pior e receber o que vier crendo que o melhor está sendo feito por Ele. A vida é a constante ligação de um passado de tentativas a um futuro brilhante que desenhamos no momento ócio de insatisfação, SIM porque meu lado insatisfeito me impulsiona ir pra mais longe. Não procuro viver em acordo com o que fui, fiz ou deixei de fazer. No passado existe mais erro que acerto, busco coerência com quem eu sou e, principalmente, com quem eu quero ser. Coerência tem a ver com futuro.
Published: By: Ingrid Oliveira - 11:39

07/01/13

Fazendo valer!



Transições de Ano, nos lembram de não desperdiçar o tempo que ainda nos resta, mas convenhamos... Adianta acumular mil experiências com uma mente que nunca repousa? 
Flutuações, porradas ou mimos do mundo, que eu substitua a tentativa de controlar o que me acontece (e sobretudo o que não me acontence) e colocar em prática, pois pra a vida valer a pena eis algumas ações que precisam acontencer...Que eu não me dedique tanto à proteção de minhas fixações, mas à superação gradual as estruturas coletivas do ciúmes, da carência, da insegurança. Que eu não dê tanta importância e não me distraia com os contratempos, mas que eu possa mirar naquilo que importa, porque aprendemos com o existencialismo que o sentido da vida é dar sentido à vida e daí a pergunta que não quer calar: ... "E quando você sabe exatamente o que quer, mas acha que deveria querer outra coisa, daí como faz?" #oremos. É vida que segue. 

Published: By: Ingrid Oliveira - 17:46

03/01/13

Escolhas




Escolhas tem dois efeitos, um efeito paradoxalmente, é que produz paralisia, em vez de liberdade. Com tantas opções para escolher, as pessoas acham muito difícil se decidir. Tomar uma decisão é tão difícil, acaba que perdemos a chance de melhorar. Paralisia é uma consequência de ter muitas escolhas e mesmo quando conseguimos superar a paralisia e tomar uma decisão, acabamos menos satisfeitos com o resultado da escolha, do que se tivéssemos menos opção para escolher. Quanto mais opções, mais fácil de se arrepender com qualquer coisa decepcionante na escolha. Custo de oportunidade: o valor que damos as coisas depende da comparação que fazemos. Quando existem várias alternativas a considerar, é fácil imaginar os recursos atraentes das alternativas rejeitadas que deixam você menos satisfeito com a alternativa escolhida. O custo da oportunidade diminui a satisfação da escolha, mesmo quando ela é sensacional. E quanto mais opções para considerar, mais os recursos atraentes dessas opções vão ser vistos por nós como custos de oportunidade. "Everthing was better back when everthing was worse" A razão pela qual tudo era melhor quando tudo era pior, é que quando tudo era pior, havia a possibilidade das pessoas terem uma surpresa agradável. O segredo da felicidade é ter baixas expectativas.
Published: By: Ingrid Oliveira - 13:24

22/11/12

Não morda a maça - Bela adormecida



Eu sei que você achou o título estranho. Mas já vou explicar. Com certeza você conhece esse conto. Já leu ou assistiu o desenho, em que a bela princesa Aurora entrou em um sono profundo do qual só despertaria com o beijo do amor sincero. E já há algum tempo, Deus me mostrou a preciosidade que muitos contos nos trazem, e como podemos estabelecer paralelos com ensinamentos bíblicos. 

Aurora adormeceu, esperando que um príncipe a acordasse com um beijo. “… não acordeis, nem desperteis o amor, até que ele o queira.” Cânticos 3:5 

Nós não devemos ser assim, como Aurora? 

O amor precisa ficar adormecido até que Deus diga que chegou a hora. Pois há tempo para todo o propósito debaixo do Céu, e também há tempo de amar, como nos mostra Eclesiastes 3. E a esse amor, estou me referindo sim, ao amor entre homem e mulher. A paixão pode ser despertada a qualquer momento, mas a coisa certa na hora errada é a coisa errada, como Joshua Harris fala em seu livro ‘Eu disse adeus ao namoro’. Já o amor, tem um tempo certo para ser despertado; este não pode ser despertado antes do tempo. Só será despertado no tempo certo, com a pessoa certa. Porém a nossa tendência é ir contra tudo isso. Queremos o amor e o queremos agora. Cansamos de esperar, cansamos de estar solteiros, cansamos de estar sozinhos. E então, em um total desespero, começamos a despertar o amor, cedo demais, errado demais. E sem saber esperar o momento certo, o tempo certo, nos machucamos. Devemos tirar uma lição do conto de “A bela adormecida”. Que devemos ficar adormecidos para o amor. E somente para isso. Mas temos que acordar para a obra; não podemos dormir para a vontade de Deus, não podemos fingir que estamos dormindo quando ouvimos a Sua voz; para isso, temos que estar bem acordados. E para o amor ao próximo também. Não preciso adormecer e esperar para demonstrar amor ao próximo, não é desse amor que estou falando. Assim como a princesa repousou em um torre, nós devemos repousar no amor do Pai. Assim como ela não se preocupou com o tempo, nós também não devemos nos preocupar. Mas deixar Deus nos surpreender. E então, somente quando você adormecer, somente quando você descansar em Deus, de olhos fechados, sem que nada tire o seu foco, somente quando a voz de Deus for a única coisa que você precisa, sem se preocupar com quando, como, onde ou quem, ai então quando menos você esperar, o amor pode querer despertar. E com um belo convite, te chamar. O amor é criação de Deus e sim, o amor entre homem e mulher também é Sua criação. Infelizmente, o mundo deturpou e banalizou essa criação. O amor está nos planos de Deus e de acordo com os planos dEle, quando, como, onde e com quem Ele quiser, Ele irá despertá-lo para você. 

Ele despertará o amor em sua vida. Não você. 

“O amor é paciente… tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” I Coríntios 13:4 e 7

texto extraído na integra deste blog  link
Published: By: Ingrid Oliveira - 22:00

22/10/12

Status: Mudanças



Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. 


Começam do zero inúmeras vezes… 
Published: By: Ingrid Oliveira - 00:09

20/10/12

Garotinho,


Depois de tantas estripulias, resolvi deixar bem claro pra você garotinho, que nossa amizade vai ser pra sempre (e nem adianta tentar sair dessa roubadas. rs) Você sabe que a gente assim, somos amigos pra dar o ombro pra chorar, que sai pra rir juntos, que critica o outro até dizer CHEGA, que aparece de qualquer jeito, descabelada, de chinelo ou de pijamas, que briga e volta minutos depois, sem ter de dar explicação nenhuma. E te digo ainda, que não me importo passar o ano inteiro, todo dia, nessa rotina louca. Gosto de gastar meus dias, meus fins de semana, contando tudo pra você ou escutando tudo de você. E é assim mesmo, essa amizade, igual montanha russa em nossas vidas. Cheia de trancos, altos e baixo, loopings e repletas de emoções. Sorte minha que eu posso chegar perto e dizer: Eiiiiiiiiiii, não sabe o que aconteceu! e desabafar um turbilhão de novidades em cima de você. E sabe qual é o melhor de tudo? Saber que um dia a gente ainda vai sentar em um lugar qualquer e rir de toda essa situação que já vivemos, porque, afinal, rir dos problemas e presepadas é tudo o que nos completa e nos resta no final. E você meu companheiro de loucuras, é sempre aquele que tem alguma coisa pra dizer, um conselho pra dar, ou, quando não há nada a fazer, tem uma bobeira qualquer que nos faz rir. Você é um amigo que todos deveriam ter, que consegue ser tudo e que ocupa um lugar especial na minha vida e que não me deixa faltar nada, é o super sincero (risos), carinhoso, amigo leal, respeitoso e o famoso nervoso/rebeldinho :P que se fosse diferente de tudo isso, não seria tão legal ser tua amiga. Obrigada por me salvar de um mundo incrivelmente chato, que até o ato de ficar juntos conversando ou simplesmente não fazendo nada, tornar-se é a coisa mais legal que existe. Sabemos que vamos continuar sendo amigos, quando não tivermos mais tempo de se ver, quando cada um achar o seu pretendente (e dá-lhe conselhos de aprovação .rs) e não precisamos falar isso para o outro o tempo todo porque o olhar de comunhão de sentimentos já prevê o futuro. Você não é igual aos outros, a nossa amizade começou assim, eu precisando de você… me ouvindo de peito apertado. Cada um faz o papel de escutar e sentido-se bem só em ter pra quem falar. Vale a pena te-lo por perto, de ir atrás de você! É natural as pessoas se perderem, mas nossa amizade por tudo que já passamos há de prevalecer. 
Published: By: Ingrid Oliveira - 09:33

12/09/12

Ouse amar


Não sou muito sentimental, embora não considere isso defeito, prefiro encarar os sentimentos em outro plano, mais racional. é natural sentir, mas é vital saber e na guerra do sentir versus saber, o que eu sei pode anular o que eu sinto, não que seja simples ou que haja fórmula mágica acredito no poder da escolha. É certo que sentimentos são bonitos, colorem a vida. mas eles só se encaixam nas molduras que nós lhes damos só invadem o espaço que lhes permitimos ter, sentimentos são regidos por escolhas, por isso traçam destinos, escolhem fins e finais, sentimentos somos nós escolhendo como viver, sentimentos que decidem, que desistem, que resistem, que permitem que outros - sentimentos - vençam. Sentimentos são como crianças não sabem direito quem são só sabem que sentem nascem pequenos, mas crescem, e ganham a força que lhes damos. dependem de nós. O amor não é assim, o amor vem com o tempo, vence com o tempo, quando os erros dão à luz seus acertos, amor é uma escolha sentida e sabida é a soma de sentimentos escolhidos - a dedo e sem medo é escolher o que faz sentir bem o outro, o amor prefere esquecer quem é não sabe bem o que vem, mas sabe bem o que quer muitas vezes - e quase todas - desconhece os 'porquês', pois está além das explicações. O amor vence o tempo, a distância, o cansaço e os outros sentimentos, o amor jamais acaba, ainda que mude sua direção. Amor não se inventa, não se diz, não se pede, não se compara, não se aprisiona, amor é uma pessoa, uma ação, um tempo, um fim, em uns, é uma palavra, em outros, a própria vida e o melhor de tudo: amor é uma força que produz amor. Sentir é natural, amar é uma decisão - de cada dia, hora e dor. Quem não entende, que somente espere, o tempo passa e um dia, talvez, sinta o Amor
Published: By: Ingrid Oliveira - 19:24

14/08/12

Amarello Amor



"O que existe além do que já foi dito sobre o amor?

Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter.
Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer.
Amei e fui muito bem amada.
Mas foi um amor, um único amor que veio cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele.

* * *

Todos nos carregamos conosco uma história.
Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido.
Percebemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referencia afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Alias não é nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo profundo e transformador que o amor.
Só o amor transcende e purifica, enlouquece, cura, invade, permanece, liberta e aprisiona.
Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos.
Permitam que ele chegue e se instale.

Pois, o resto são bobagens meninos, bobagens."
Published: By: Ingrid Oliveira - 16:27

06/08/12

Obrigada

"Eu tenho pensado nas pessoas que me somam. Naquelas que perdem seu tempo e energia comigo, insistindo de várias formas para que o meu riso seja constante e as preocupações, pequenas. Naquelas pessoas que me pegam pela mão e me ajudam a atravessar abismos. Eu tenho pensado nas pessoas que fazem abrigo no coração pra eu morar. Naquelas se dizem orar por mim, quando percebem que eu não estou bem. Naquelas que tecem milhares de sorrisos no meu rosto. Naquelas que constroem inúmeras certezas em cima do meu medo. Naquelas que falam bonito, depois de uma tempestade emocional desabar sobre o meu quintal. Naquelas que plantam pés de esperança, no vaso de entrada, pra encantar meu olhar. Aquelas pessoas que não desistem da gente, eu agradeço!”
Published: By: Ingrid Oliveira - 19:09

05/08/12

Desconecte-se para se Conectar



Nunca se sabe se estamos mesmo ajudando as pessoas. A única forma que temos para saber se estamos ajudando, é saber como se sentem a respeito, e como suas vidas seguirão dali em diante, após uma fase difícil.  Eles só saberão disso muito tempo após passar. 
Quando as pessoas buscam amigos nos momentos de crises, querem inconscientemente (ou não) que o outro amigo ajude a resolver seus problemas, e a verdade é que, que tudo que se pode fazer é caminhar com ele por um tempo, fazer-lhes companhia durante esse período difícil. A vida de alguém não se pode ser decifrada, mas é da nossa natureza seguir tentando dar-lhe um sentido. E algumas vezes podemos sim ajudar esse amigos. Isto se tivermos sorte e acharmos alguém que nos ouça. Não precisa ser alguém perfeito, mas alguém que já se passou ou sofreu suficiente para entender pelo que estamos passando. 
Muito desses amigos almejam uma casa, um parceiro, uma família… alguns não estão tão perto de conseguir, mas daí eu pergunto: Realmente achar que ter alguém irá tornar tudo melhor? Quantos casais sentem-se tão vazios mesmo estando juntos?
Quando foi a ultima vez que sentiu-se realmente feliz? Porque isso te fez sentir-se feliz? Pense sobre isso, já pensou que a felicidade não é apenas ter um lar, um parceiro ou uma família?  Nem todos precisam disso para viver uma vida completa e feliz. Talvez o que realmente todos nós precisamos, é se sentir  conectados. Não estou querendo dizer que sou contra desejar tudo isso, pelo contrário, essa também é minha vontade, ser e ter essas coisas também fazem parte dos meus sonhos e do que eu quero pra mim no futuro. Mas o que eu estou tentando dizer que autenticamente precisamos estar conectados com alguém ou alguma coisa. Essa coisa pode ser um hobby, uma atividade que lhe der prazer, algo que te faça feliz, que tenha satisfação em fazer, pode ser um trabalho, um amigo e até mesmo uma amizade colorida. Sabemos que realmente dentro de nós a algo que pode ser mudado, queremos ter intimidade na vida, com outras pessoas ou até mesmo ter intimidade consigo mesmo, se descobrir e buscar também descobrir coisas que te deixam verdadeiramente feliz, os pequenos momentos, os gestos, as palavras e as coisas simples. A verdade é que somos capaz de ter tudo isso. Permita-se e desconecte-se para se conectar. Existe muitas coisas além do âmbito internet, facebook e afins que você ainda precisa conhecer e experimentar. Existe vida lá fora que precisa ser vivida. Go!
Published: By: Ingrid Oliveira - 09:25

21/06/12

Um Meio ou uma Desculpa


"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois... Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.


Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."
Published: By: Ingrid Oliveira - 18:55

08/06/12

Princípio e Fim - [Léo & Dani]


Mas lentamente o tempo passa por aqui
E Ele plantou em minha mente a eternidade
Enquanto sinto essa vontade de partir
Eu fico tão impaciente mas lembro que os sinais são indiscretos
E então verei, principio e fim
A eternidade sorrindo pra mim
Saudade nunca mais senti
Enfim Teu nome irei descobrir
E só assim descansar
Em Ti descansar pra sempre
Quando penso em desistir,
Lembro que voce insistiu em mim
Published: By: Ingrid Oliveira - 19:00

08/05/12

Esperando NEle


“Todos desejamos respostas imediatas e diretas às nossas orações, e somos tentados a ficar desanimados quando a resposta é retardada ou vem por uma maneira que não esperávamos. Mas Deus é demasiado sábio e bom para atender nossas petições sempre justamente ao tempo e pela maneira que desejamos. Ele fará mais e melhor por nós do que realizar sempre os nossos desejos."
Published: By: Ingrid Oliveira - 22:36

22/04/12

João de barro


O meu desafio é andar sozinha 
Esperar no tempo os nossos destinos 
Não olhar pra trás, esperar a paz 
O que me traz 
A ausência do seu olhar 
Traz nas asas um novo dia
Me ensina a caminhar 
Mesmo eu sendo menina aprendi 
Oh meu Deus me traz de volta esse menino 
Porque tudo que eu tenho é o seu amor 
João de Barro eu te entendo agora 
Por favor me ensine como guardar meu amor
Published: By: Ingrid Oliveira - 23:32

21/04/12

relacionamentos

Sempre achei que namoro, romance e paixões tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa: - 'Ah, terminei o namoro...' - 'Nossa, quanto tempo?' - 'Cinco anos... Mas não deu certo... acabou' - ? É não deu ... ? Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode cair e levantar, começar e terminar... Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar 100% de você para você mesmo, como cobrar 100% do outro? E não temos esta coisa completa. Às vezes ele(a) é fiel, mas não é bom ouvinte. Às vezes ele(a) é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele(a) é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ele(a) é lindo, mas não é sensível. Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra; o outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça ter alguém do seu lado sob chantagem? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer ... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo cara lindo é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Ou se apaixonar. Ou se culpar. Enfim ... quem disse que ser adulto é fácil ? (eu me nego, quero 1 vida moleza ... risos)
Published: By: Ingrid Oliveira - 19:15

17/04/12

O que fomos nós ∞


Tenho trabalhado tanto, mas sempre penso em você. Mais de tardezinha quando a semana está quase terminando e também naqueles domingos pela manhã que parecem durar a vida toda. Embora tenha chegado ao fim (agora foi mesmo pra valer) sempre vou me perguntar até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você. Eu quis de verdade ser a tua paz, tua evolução e teu porto seguro. Quis tanto dar carinho, tanto receber… Quis precisar, sem exigir. Mas se você tivesse ficado, teria sido diferente? Foi diferente tantas vezes e todas as vezes que decidimos começar tudo de novo. Daí sempre pensava comigo, melhor interromper, se afastar, enquanto essa história ainda esta no meio porque quando se conhece o fim, quando se sabe que vai doer, vai sofrer um pouco mais - por que então não tentar uma vez mais, já que fizemos isso antes? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, do que não sobrar nada, e que nessa nada seja áspero como um tempo perdido. Alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não correr, de não sofrer, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz. Ser nova. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Escrevo aqui, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. … E eu acho que é por isso que escrevo, para aliviar o que sinto agora. 
Published: By: Ingrid Oliveira - 23:03

10/04/12

A história de Zac Smith

Quero ver um cristão ser Jó sem o capítulo 42, sem receber nada em dobro (até mesmo porque Jó não sabia o final feliz da história, mas permaneceu firme). Eu quero ver servir e ser fiel quando Deus não cura do câncer:


Published: By: Ingrid Oliveira - 17:28

09/04/12

Viva!


"Sorria, brinque, chore, beije, ame, sinta, sonhe, grite e acima de tudo, VIVA. O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora. Tudo o que vai, volta. E se voltar é porque é feito de amor."
Published: By: Ingrid Oliveira - 14:36

08/04/12

Renovação

Por um momento passou em minha cabeça, que eu poderia e deveria começar outra vez, de que merecia. Pedia a Deus uma nova chance pra começar e fazer diferente. Sentia que era preciso renovar as esperanças de vida, acreditar que tudo pode dar certo. 
Hoje ao voltar pra casa, na estrada pela madrugada, orava a Deus insistentemente para que nada me pudesse ocorrer de mal ou de perigoso. Confesso que tive medo, como poucas vezes senti. Mas um pouco antes de chegar, ao nascer do sol, escorriam lágrimas de alegria, de agradecimento... Naquele instante aprendia que a experiência dos erros é tão importante quanto as experiências dos acertos. Porque visto de um jeito certo, os erros nos preparam para as nossas vitórias e conquistas futuras, porque não há aprendizado na vida que não passe pela experiência dos erros. Uma coisa é a gente se arrepender do que fez. Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpas nos paralisam, arrependimentos, não, eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos.

Deus nos permite os erros para que a gente aprenda a fazer do jeito certo. 


"Senhor, confesso que tenho usado a oração mais pelo senso de obrigação do que ela sincera crença de que ela faria uma diferença real na minha vida. Quando minha consciência me convence a orar, eu corro atrás de frases bem ensaiadas e bem bonitas para me fazer sentir que fiz minha parte. Mas isso tem que acabar. Compreendo agora meu próprio orgulho e incredulidade têm me privado da rica e significativa vida de oraçao. Agora eu vejo que aquilo que me parece fraqueza e loucura é exatamente o que Deus usa para demonstrar Sua sabedoria e poder. Ensina-me a agarrar com firmeza a sua mão. Ajuda-me a buscar-te humildemente em oração. Afasta-me do atoleiro de frases enfadonhas e das palavras de falsa santidade e guia-me a uma comunhão de coração a coração contigo. Encontra-te comigo, Jesus, sobre meus joelhos, e mostra-me a Tua glória, Sem ti não poderei fazer nada. Somente tu saberas que te amo, embora eu mesma, saiba tão pouca de ti, mas isto basta."
Published: By: Ingrid Oliveira - 17:08

03/04/12

Brilhar por Cristo

“Eu fiz de você uma luz para os outros povos, para que você leve a salvação até os lugares mais distantes da terra”. (Atos 13:47) 

 Barnabé e Saulo em Atos de 1-49 conta-nos o chamado do Espirito Santo a pregar a Palavra de Deus. A missão era espalhar a boa notícia sobre Jesus. “Todo aquele que crê em Jesus fica livre de toda culpa e é declarado justo”. (Atos 13: 39)/

Apesar das dificuldades que tiveram que enfrentar, os apóstolos e outros cristão se sentiram fortemente chamados por Deus para continuar no evangelismo e testemunho. Os principais pontos regularmente enfatizados estavam Jesus como Senhor e Cristo, salvação por meio de Sua justiça, o futuro reino de Deus e a promessa da vida eterna. 

 “Quando os não judeus ouviram isso, ficaram muito contentes, e se alegraram com a palavra do Senhor: e creram todos os que tinham sido designados para a vida eterna”. (Atos 13:49) 

 Testemunho pessoal gera um resultado natural de conversão, isso quer dizer que o andar com Cristo e viver de acordo com a Sua vontade influenciam outras pessoas. Anunciar o que Ele fez por nós é falar através de nossa vida e não cair no erro de achar que testemunho é sinônimo de auto biografia. Viver e fazer vale ouro, perto de apenas falar do que se faz. 

O testemunho histórico que não deixa quaisquer dúvidas a cerca do poder de Deus e também todo o plano da salvação como revelado no evangelho de Cristo, é a história que encontra-se em Atos 6: 1-7 na escolha de sete homens nos quais foram encarregados para o ministério da palavra e do poderoso e convincente testemunho, no qual usavam a Bíblia para interpretar sua experiência. 

“E em, Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam a fé”. (Atos 6: 1-7) 

 Que nesse trimestre, possamos sim Brilhar por Cristo e que através da nossa vida, as pessoas possam enxergar (mesmo sem palavras) o que Ele fez e que ainda faz por cada um de nós.



extraído do site: www.comentariojovem.com.br
Published: By: Ingrid Oliveira - 19:51

So happy

Quem não sofreu calado quando teve que decidir o que fazer? Sim, parece que passamos a vida decidindo, e, ainda que a maioria das pessoas não tenha essa consciência, os momentos de decisão, são, também, momentos de ansiedade. Só que uma ansiedade que deriva de uma coisa boa: a existência de mais de uma opção. A rigor, a ansiedade de escolher é a de ser e saber, que sempre é possível melhorar.
Published: By: Ingrid Oliveira - 08:04

02/04/12

Wouldn't It Be Nice


Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so longAnd wouldn't it be nice to live togetherIn the kind of world where we belong
You know it's gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is newAnd after having spent the day togetherHold each other close the whole night through
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never endingWouldn't it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray
It might come trueBaby then there wouldn't be a single thing we couldn't doWe could be marriedAnd then we'd be happyWouldn't it be nice
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without itBut let's talk about itWouldn't it be nice
Published: By: Ingrid Oliveira - 07:56

01/04/12

Insatisfação




Tudo parece bem, pode até estar, de fato, bem, mas isso não satisfaz. Perceber e olhar para esse sentimento é o início da saída para o eterno buraco interno, que costumamos chamar de insatisfação. Não tem jeito! As vezes vamos ser magoados, vamos chorar pelas injustiças da vida e assim perceberemos que nem sempre consegue realizar todos os sonhos. Por mais que você molde as coisas, que use todas as ferramentas que tem a seu dispor, pode ser que não chegue lá. E tudo bem. Quando conseguir fazer isso. ficará bem mais satisfeito consigo mesmo. Nesse mundo real que se abre, uma coisa é certa, a insatisfação não tem vez.
Published: By: Ingrid Oliveira - 07:45

31/03/12

Frase Antiga - [Pedro & Wesley]



Noite. Por que é que o tempo passa devagar
Só sei que a qualquer hora vem o sol
Temos ainda mais perguntas a fazer
Não sei se alguém irá nos responder
Eles dizem que o tempo, pode curar qualquer ferida,
Cansei de esperar.
Mas numa frase tão antiga,
Já tantas vezes repetida, respostas encontrei
Se entregares os meus caminhos ao Senhor
Confiar nEle, e o mais Ele fará.
É fácil de cantar, preciso aprender.
Posso viver feliz.
Talvez a vida nunca traga explicações.
Mas Deus, em sua essência é amor.
Quando bater no coração tão forte dor,
Lembro Deus tem uma grande obra em mim.
Precioso é o tempo, mais do que qualquer conquista
Tem muito pra ensinar.
E essa verdade tão antiga,
Se for real em minha vida, vai devolver a paz.
Published: By: Ingrid Oliveira - 20:10

29/03/12

Amanhã - [Estevão Queiroga]



Caminhei nesse deserto
Me entreguei a Ti por completo
De Canaã estou tão perto
Almejei entrar nesta terra
Enfrentei mares e guerra
No caminho eu cai
Com teu poder eu venci
Se não vou entrar
Por que estou aqui?
Quando Deus te pede
Pra esperar
Quando Deus te impede
De um sonho alcançar
Quando Deus te diz
Que não podes entrar em Canaã
Espero o tempo, Deus tem algo melhor.
É porque teu hoje pode ser pra Deus o Amanhã.
Tantos sonhos no coração
Simplesmente caem ao chão
Meu Deus às vezes te diz não
Os teus sonhos aqui nesse mundo
Se desfazem em um segundo
Teu Deus tem sonhos mais profundos
Deus tem sempre razão
Mesmo quando diz não.
Entregue a ELE os desejos do teu coração
Confia nELE e o mais ELE fará.

Published: By: Ingrid Oliveira - 14:20